quinta-feira, 17 de Abril de 2014

Passatempo Brisa: vencedores

Hoje houve marmitas de passeio - as melhores!
No Norte do Alentejo, com vista para o próprio Tejo!
Por isso, só agora consegui fazer o sorteio do passatempo Brisa Maracujá! Aí estão os vencedores:

Parabéns aos vencedores e obrigada a todos os que participaram! A Patrícia Ferreira, Daniela Pereira, Sara Delgado e Patrícia Lima devem agora enviar-nos a morada para o email marmitalisboeta@gmail.com para receberem os seus packs de 4x1,5lts de Brisa Maracujá!

terça-feira, 15 de Abril de 2014

Chocolate justo sabe melhor

Houve uma altura em que sonhava com a América Latina. Ler a Isabel Allende, o Gabriel Garcia Marquez, Luís Sepúlveda, ver os Motorcycle Diaries no auge dos meus 19 anos deve ter ajudado. Fui estudar Espanhol, eu que vivera até então na "raia", na Beira Baixa mais chegada a nuestros hermanos, mas que ia sempre a Espanha num ir e voltar no mesmo dia e não se aprende uma língua por se ver televisão do país vizinho. Pela mesma altura, comecei a ouvir falar do Comércio Justo e fui em busca dos poucos quiosques que existiam em Lisboa, depois loja, mas os preços dos produtos eram demasiado altos para uma singela universitária, e ficava-me pelas pequenas barras de chocolate e as de sésamo. E se, com o tempo, fui deixando de ler os autores da América Latina, trocando-os por outros de geografias mais a Norte, a ideia do Comércio Justo não me abandonou. Mas, como via noutros países europeus, sobretudo em Inglaterra, achava que o impacto no mercado não se faria por circuitos próprios, mas pela pressão dos consumidores sobre as grandes marcas para que passassem a adoptar práticas de comércio justo para os grandes mercados: o fair trade em etiquetas nos produtos, certificações de boas práticas.

Sobretudo nos mercados do cacau, do café e do chá, esses bens de países cujos climas e  geografias estão mais distantes dos países mais desenvolvidos, mas sem os quais estes não passam!, a imposição do poder dos grandes grupos sobre os pequenos produtores, com poucas alternativas de subsistência, dita a perpetuação das condições de vida, comprometendo o desenvolvimento das comunidades, com preços baixos pelos produtos, que obrigam a que trabalhem famílias inteiras, incluindo as crianças, com poucas condições e abandonando a educação. A pouco e pouco, contudo, mais e mais cooperativas começaram a ganhar poder para aumentar os preços, pressionando os compradores a cortar nos circuitos intermediários que ficam com grandes percentagens de lucro. Com entidades certificadoras, é hoje possível confiarmos que as marcas usem selos que garantem que negoceiam em condições mais justas com os produtores. E não necessariamente mais caros para os consumidores, uma vez que cortam nos intermediários e negoceiam também com retalhistas com base na qualidade e na procura crescente do mercado. Hoje já não sonho tanto com a América Latina, mas preocupo-me.
Há alguns dias, fomos conhecer a Pacari, uma marca de chocolates que tem somado prémios por vários certames da especialidade, liderada por Santiago Peralta, que viveu e estudou em Portugal. Criou um negócio que respeita a comunidade de produtores, investindo nas infra-estruturas de escolas e pagando preço justo pelos produtos. Além disso, tem um sistema de agricultura biodinâmica, mais sustentável. Porque o comércio justo é ecológico e económico, feito com respeito entre produtores e compradores, o produto final é melhor. E é tão mas tão saboroso. Ultimamente só como chocolate com mais de 70% de cacau, e este é mesmo muito bom. Combinado com sal ou com maca, o cacau da Pacari torna-se ainda mais único.

A Pacari pode encontrar-se nas lojas de produtos biológicos (como Brio, Biocoop, Miosótis, etc) e na zona de produtos biológicos do El Corte Inglés.

segunda-feira, 14 de Abril de 2014

Um café, por favor



Hoje que se assinala o Dia Internacional do Café, uma ode a essa bebida mágica! 80% dos portugueses bebe café diariamente e esse hábito está muito ligado à cultura e ao convívio social: muitas vezes, quando se quer combinar com amigos, não se diz "temos que nos encontrar", mas "vamos tomar café"! No entanto, nos últimos dois anos - e por movimentos associados aos que também explicam o fenómeno da marmita - o consumo doméstico tem vindo a aumentar, à semelhança do que já acontece em outros países da Europa. Em 2011, a média de consumo de café em Portugal ronda os 4,7 kg por pessoa/ano (dados da European Coffee Federation), enquanto nos países europeus se situava perto dos 6,4 kg.
Café de diferentes origens na Academia do Café
O café ajuda na concentração, que normalmente se sente entre 15 a 45 minutos depois da ingestão de cafeína (cada café tipo "bica" tem 75mg de cafeína) e tem duração de 4 horas, e ajuda no desempenho desportivo. Ultimamente, a mim tem-me ajudado a fazer subir a tensão arterial, que está baixa, e passei a beber dois cafés por dia. Este é, de resto, o número mais comum entre os portugueses, mas não existe um "limite máximo" aceitável, excepto para as grávidas e doentes cardíacos ou hipersensíveis a cafeína. Na verdade, as grávidas podem beber café e conheço até mulheres com tensão baixa a quem os médicos aconselharam a beber 1 a 2 cafés por dia.

sábado, 12 de Abril de 2014

Música para forno e fogão

Como já disse por aqui, na cozinha não temos televisão por escolha nossa e uso sempre o rádio para me/nos fazer companhia quando estou na cozinha, com estações de rádio ou CDs. No computador, quando estou a trabalhar em casa, uso mais o Spotify. Quando outro dia entrei nessa rede, vi esta playlist e pensei 'isto pode ser interessante':

Até que vejo uma música "Los Feos pa' la Cocina". Mas o que é isto?
Vai daí e decidi organizar uma playlist para mim e partilhá-la convosco: não são músicas só relacionadas com a cozinha, mas que me parecem adequadas para o momento criativo-caótico que é o de cozinhar! A playlist Cooking está em aberto aqui. Ficou como lista colaborativa, por isso quem quiser contribuir e adicionar músicas, no Spotify ou em comentários, feel free!

sexta-feira, 11 de Abril de 2014

Peixe em Lisboa

Até Domingo decorre o Peixe em Lisboa, na Praça do Comércio em Lisboa (entrada pela Rua do Arsenal)! O espaço estava mal preparado para o calor e sol que estava no Domingo passado, pelo que não conseguimos ficar muito tempo por lá. Mas ainda houve tempo para provar algumas entradas de José Avillez e do Vítor Sobral, mas no esquema de filas e correr a apanhar mesa não deu para apreciar muito... Valeu pelo mercado Gourmet onde se pode encontrar um pouco do melhor de Portugal, em vinhos, conservas, enchidos, doces... O melhor pastel de nata do ano passado está por lá, como está a Alcôa, a melhor pastelaria de Alcobaça e não só! - que ganhou o concurso do melhor pastel de nata este ano.

Até Domingo, ainda podem ver, por exemplo:
Showcooking: Isabel do Cinco Quartos de Laranja - 6ª às 21h
Cozinha ao Vivo: Miguel Laffan (Estrela Michelin do L'And) - Sábado às 18h30
Aula de Cozinha: Chakall na Caçarola - Sábado às 20h30
Cozinha ao Vivo: Vítor Sobral - Domingo às 14h30

quinta-feira, 10 de Abril de 2014

Zomato is in town - Dervixe

O Zomato acaba de ser lançado em Portugal e A Marmita Lisboeta está entre os utilizadores pioneiros! No meu perfil (o link vai ficar aqui na barra lateral do blog), vão poder encontrar já algumas reviews não só de restaurantes, mas também cafés, pastelarias - e o Zomato aceita também todo o tipo de sítios que vende comida e bebida! Criado na Índia e já existente noutros países, o Zomato funciona como rede social entre pessoal que gosta de comer e de passar um bom bocado (essa é uma tipologia que existe no site para que os utilizadores classifiquem os sítios conforme para o que os acham mais indicados). Isto porque a marmita da semana nos abre possibilidades para irmos a sítios melhores ao fim-de-semana ou ocasionalmente, ou quando o tempo escasseia, ou quando queremos estar com amigos ou combinar almoços/jantares de trabalho, é importante saber onde podemos encontrar um sítio decente e interessante. E também porque a recuperação está aí! Can you feel it?

http://www.zomato.com/pt

Uma nova review que vou carregar agora no Zomato é a do Dervixe, o restaurante turco na Av. 24 de Julho. A cozinha turca atrai-nos bastante e colocamos a sugestão em cima da mesa num jantar de amigos depois da ida à exposição Brueghel, Rubens, Lorraine, no Museu Nacional de Arte Antiga (um nadinha decepcionante). Descemos até à 24 de Julho por uma ruela assustadora (!) e estávamos no restaurante. O restaurante tem dois andares, e no andar de cima tem mesas baixas típicas (mas também normais). As entradas são óptimas e os pratos são muito substanciais, com sabores exóticos e a carregar nas especiarias. Para o preço, poderiam ter batatas fritas sem ser congeladas, mas para o que se pratica na zona será aceitável. Tem o que pode ser uma grande vantagem para muitos: apesar de também venderem vinho no restaurante, as pessoas podem levar o vinho e álcool que quiserem, o que torna as refeições em grupo muito mais baratas. Isto também faz com que o ambiente tenha vários grupos que se vão tornando mais ruidosos, mas reservando para o piso de baixo é possível ter um ambiente mais calmo. As sobremesas são aconselháveis, mas pessoalmente achei algumas muito doces.
 
 
 
 
DERVIXE
Av. 24 de Julho, 84 A  - Lisboa 
218 095 031 / resturco@gmail.com
Encerra às 2ªs

quarta-feira, 9 de Abril de 2014

Casa feliz e um sumo

A nossa primeira casa é um feito. Não escolhemos tudo, tudo, tudo, porque o orçamento é contado, mas fazemos questão de ter algumas coisas mesmo à nossa medida. Quando compramos apartamento e todos os electrodomésticos estão já escolhidos, aceitamos e aprendemos a trabalhar com eles, mas sabemos as suas limitações e para alguns esperamos secretamente uma vida curta (desculpa, máquina de lavar loiça se tens sentimentos!). Apostamos nos pequenos pormenores e esperamos por um dia em que sejamos nós a desenhar a nossa casa. A decoradora Maria Barros falou precisamente disso na sua apresentação do projecto que tem com a AEG, para comunicar com os consumidores sobre as melhores formas de fazermos da nossa casa o melhor sítio, e principalmente das cozinhas um sítio funcional e agradável para estar. O chef Nuno Barros (que tínhamos conhecido na sua Taberna 1300) ficou encarregado do brunch do dia, que estava maravilhoso!, e de ajudar a explicar como se pode criar harmonia nos pratos. Porque na busca pela perfeição não basta que o cenário seja perfeito: o prato também tem que o ser.


E não será a perfeição aquilo que nos faz sentir bem? Enquanto sonhamos com uma casa perfeita, com a ajuda da Maria Barros, preparamos este sumo.

Sumo de kiwi, banana e pepino
1 kiwi
1 banana
1/2 cenoura 
1/3 pepino
1 colher de chá de maca
1 colher de café de gengibre em pó
1 colher de chá de sementes de linhaça
3 folhas de hortelã seca
200ml Água de côco Luso

Misturar todos os ingredientes na liquidificadora, durante 1 minuto ou até ficar completamente triturado e uniforme.

terça-feira, 8 de Abril de 2014

Passatempo Brisa Maracujá

Estive na Madeira há dois anos e acho que era o sítio onde eu mais quereria voltar agora. Associo-o a um clima primaveril constante, por isso nada mais perfeito, nesta Primavera, do que algo que nos faça voltar, mesmo que por instantes, àquela pequena pérola do Atlântico. Além de governantes excêntricos, a Madeira tem óptimos frutos e produtos próprios que chegam cada vez mais ao Continente: a começar pelo bolo do caco, que agora é moda, mas também com a Brisa, o refrigerante da Madeira com a fruta especial: o maracujá!
A Marmita Lisboeta vai sortear convosco 4 packs de 4 garrafas (cada) de 1,5litros de Brisa Maracujá, que, em 1970, foi o primeiro refrigerante à base de maracujá puro! Dá para beber natural ou misturar com gin ou vodka, por isso party time ahead! Para se inscreverem até dia 16 de Abril, têm que:
- ser seguidores d'A Marmita Lisboeta no Google Reader ou Facebook
- inscrever-se no formulário aqui
É permitida uma inscrição por pessoa (nome de fã no Facebook ou seguidor no Google Reader), com morada de Portugal Continental e Ilhas (claro!!) e o sorteio é realizado no dia 17, com recurso ao random.org, e será anunciado nesse dia no blog. O envio dos packs fica a cargo da marca para os vencedores. Vamos à Madeira?

segunda-feira, 7 de Abril de 2014

Bolo de limão (da Beira Baixa) e amêndoa (de Trás-os-Montes)

Esta receita foi feita para receber amigos de outra cidade em casa, com um pouco de Portugal à mesa. Os limões e ovos tinham vindo da Beira Baixa; a amêndoa veio de Trás-os-Montes, entregue em Lisboa. Agora as viagens ao interior são mais espaçadas, mas mesmo assim acho que nunca comprei limões (que são do quintal da minha avó ou dados por outras pessoas de família) e raramente comprei ovos (a minha avó ainda tem e, quando escasseiam, são comprados a outras pessoas na zona), por isso este bolo foi um reconhecimento de como ainda estou ligada à minha origem no meu dia-a-dia. A receita, essa, veio do outro lado do Atlântico, do Cravo e Canela, a que adicionei uma pitada de gengibre em pó. Portugal está onde quer que estejamos. A Marmita é Lisboeta de berço e de presente, o coração está na Beira Baixa.


Bolo de limão e amêndoa
100 g de amêndoa moída
150 g de farinha
1 colher de sopa de fermento

4 ovos
1 chávena chá de açúcar amarelo
Raspa e sumo de 1 limão 
1 chávena chá (mal cheia) de Óleo Puro Amendoim Fula
1/2 chávena chá de leite
1 colher de chá de canela
em pó 
1 colher de chá de gengibre em pó

Misturar o açúcar com os ovos e bater até obter uma mistura homogénea. Adicionar o óleo e continuar a bater. Em seguida, adicionar o sumo de um limão e o leite, misturando bem.
Noutra tigela, misturar farinha, fermento e amêndoa, canela e gengibre. Em seguida, juntá-los à massa, envolvendo cuidadosamente. 
Untar uma forma e deitar o preparado, levando ao forno pré-aquecido a 180º, até ficar dourado.

sábado, 5 de Abril de 2014

Affligem na BarBière

A nova cena das cervejas veio para ficar. De nossa casa já não sai, o que faz com que tenhamos que ir por vezes em procura de novas cervejas a lojas gourmet que se multiplicam (e ainda bem) à volta de Lisboa, ou aproveitemos viagens a Norte (onde mais produtores têm lançado projectos de cervejas artesanais). Reagindo a este novo movimento, a Central de Cervejas trouxe para Portugal a Affligem (que se pronuncia na melhor forma flamenga, ou seja, [Aflírram]), uma cerveja de abadia produzida na Bélgica. A Affligem é uma cerveja com dupla fermentação, o que significa que é bastante encorpada (mas é possível servir apenas 90% da garrafa de forma a ter apenas a parte mais leve). Tem honras de "casa" própria, e muito simpática, na Rua Nova da Trindade, em Lisboa, que fomos conhecer: o BarBière, que é um jogo de palavras e conceitos, entre barbearia moderna e bar de cervejas. Mas a cerveja vai estar à venda nos supermercados comuns (€4,99 o pack de 3) e em restaurantes seleccionados; no bar, a cerveja custa €3. Ou seja, se a companhia for muito boa, vale a pena que o cenário e a bebida também sejam!

sexta-feira, 4 de Abril de 2014

Passatempos por aí

Já há algum tempo que não tínhamos esta rubrica por aqui! Pois é, alerta para quem continua a querer ter uma Bimby e ainda não juntou os €uricos todos que são precisos!

Além da Oreo em que moi-même tentou a sua sorte, com os cupcakes de tiramisu com Oreo (de que estou bastante orgulhosa, mas a Bimby não deve vir morar cá para casa) e que termina já dia 10 de Abril, agora é a vez da Lay's+Pála-Pála (regulamento aqui): este funciona com compra de dois produtos e envio de frase por correio - à antiga! Até 15 de Maio. Mesmo a calhar com a receita de ontem: soja à brás! (Disclaimer: não foi receita sugerida pela marca, acho que nem foi desta marca que usei para a "dica" de retirar a oleosidade)

Link

Update: E para quem quer a Cookii da Flama, espreitem a Melhor Amiga da Barbie:


Até 18 Abril aqui

 

quinta-feira, 3 de Abril de 2014

Soja à brás

Há muito tempo que não fazia bacalhau à brás, por isso recentemente trouxe um pacote de batata palha para casa. Mas acabaram por não ser usadas para bacalhau, e em vez disso para uma substituição económica e vegetariana: a soja (granulada). O truque que a minha mãe me ensinou, no entanto, aplica-se na mesma: passar as batatas por água quente (sem deixar embebidas). Usei uma tigela por debaixo para verem a gordura que fica na água...


Impressionante, mas expectável... A soja à brás não ficou muito bonita para a foto, mas é uma receita prática, que dá para ser preparada em pouco tempo com ingredientes que não precisam de frigorífico nem congelador, e económica.


Soja à brás (para 3-4 doses)
200g Soja granulada
1 colher de chá de Gengibre em pó
1 colher de chá de Noz moscada em pó
1 colher de café de pimenta
Alho francês a gosto (cerca de 1/3)
1 dente de alho 
3 colheres de sopa Polpa de tomate 
1 folha de louro
2 colheres de vinho branco
Pacote de batatas palha
2 ovos
Salsa picada
Cebolinho

Hidrate a soja granulada com o dobro da sua quantidade em água, com gengibre, noz moscada e pimenta, durante meia hora, pelo menos.
Corte o alho francês bem fino e coloque azeite num tacho, salteie o alho francês e o dente de alho. Coloque depois a soja, depois de escorrida a sua água.Tempere com sal e mais um pouco de pimenta e coloque a polpa de tomate, uma folha de louro e um pouco de vinho branco. Deixe cozinhar durante cerca de 10 minutos.
Passe as batatas palha por água bem quente, durante breves segundos.
Quando a soja estiver a secar, baixar o fogão e deitar as batatas palha. Mexer os ovos numa tigela à parte e deitar no tacho, envolvendo bem. Deitar salsa picada (usei seca, mas será melhor fresca). Depois de terminar, deitar mais um pouco de salsa e cebolinho a gosto.
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